
Eu pensei numa poesia só nossa
Sem regras de rima, ou obrigações métricas
Um romance só nosso
Sem regras que comprometam a espontâneidade
minha poesia e a sua misturadas,
como cores primarias que se transformam em outras
especialmente distintas.
A minha hesitação misturada com os seus anseios
Uma coisa só nossa, experimentando o improvável
Vamos aproveitar q temos olhos e ouvidos atentos a isso?
Talvez vc se ache comigo e eu encontre um abrigo
Reparar coincidências, já é um bom sinal
Não deixemos passar em branco
Comemorar com champanhe nosso momento
Sonhei com os confusos corredores da sua casa velha
Tive um bom pressentimento
Talvez seja esse o momento de voltar a te visitar
Sem regras de rima, ou obrigações métricas
Um romance só nosso
Sem regras que comprometam a espontâneidade
minha poesia e a sua misturadas,
como cores primarias que se transformam em outras
especialmente distintas.
A minha hesitação misturada com os seus anseios
Uma coisa só nossa, experimentando o improvável
Vamos aproveitar q temos olhos e ouvidos atentos a isso?
Talvez vc se ache comigo e eu encontre um abrigo
Reparar coincidências, já é um bom sinal
Não deixemos passar em branco
Comemorar com champanhe nosso momento
Sonhei com os confusos corredores da sua casa velha
Tive um bom pressentimento
Talvez seja esse o momento de voltar a te visitar
(Marina Ferlety)

2 comentários:
O espaço de vocês continua encantador.
Lindo poema.
Sublime!!!! Néctar dos nectares.
Claudia
Parece que o labirinto é sua uma etapa... Vamos ver quando terminarmos o próximo corredor, se essas declarações fazem sentido além de nós... Pra mim faz todo!
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