sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

labirintos


Eu pensei numa poesia só nossa

Sem regras de rima, ou obrigações métricas

Um romance só nosso

Sem regras que comprometam a espontâneidade

minha poesia e a sua misturadas,

como cores primarias que se transformam em outras

especialmente distintas.

A minha hesitação misturada com os seus anseios

Uma coisa só nossa, experimentando o improvável

Vamos aproveitar q temos olhos e ouvidos atentos a isso?

Talvez vc se ache comigo e eu encontre um abrigo

Reparar coincidências, já é um bom sinal

Não deixemos passar em branco

Comemorar com champanhe nosso momento

Sonhei com os confusos corredores da sua casa velha

Tive um bom pressentimento

Talvez seja esse o momento de voltar a te visitar
(Marina Ferlety)

2 comentários:

Claudia Marra disse...

O espaço de vocês continua encantador.
Lindo poema.
Sublime!!!! Néctar dos nectares.
Claudia

Marina Ferlete disse...

Parece que o labirinto é sua uma etapa... Vamos ver quando terminarmos o próximo corredor, se essas declarações fazem sentido além de nós... Pra mim faz todo!